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A
laranjeira, 07h00
Os
olhos dele eram infinitos:
pele gretada, um rosário,
o dia em que foi forçado a partir. E mais
não adianta, sempre tão infinitos.
A luz da criança era uma sombra
nos objectos da mulher e uma árvore por dentro.
Os olhares resvalavam no tumulto da carruagem
e eram reais. Coisas que não se aprendem.
José
Ricardo Nunes, Relâmpago, nº 12, 04/2003.
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Fonte: a mencionada edición.
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